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Em tempo de pandemia, sindicatos voltam a ser valorizados por trabalhadores!



Desde as movimentações geradas no período que antecedeu a aprovação da Reforma Trabalhista, em 2017, entidades sindicais de todo o país vivenciaram um enfraquecimento, tanto no âmbito constitucional quanto no poder de atuação diante da redução de arrecadação, com o fim da obrigatoriedade do chamado imposto sindical. A perda de representatividade foi provocada não só em nível parlamentar e governamental, mas também na própria opinião pública, quando muitos trabalhadores admitiram as mudanças na legislação trabalhista.

Existe a crítica de que sindicato não serve para nada, que não faz nada, o trabalhador não quer pagar (a contribuição sindical), pois acha que não tem importância. Mas a gente vê que, neste momento de Pandemia, os sindicatos têm sido fundamentais, inclusive propondo soluções melhores do que as apresentadas pelo governo, talvez agora esses mesmos trabalhadores comecem a notar que a atividade sindical é importante.

Quase três anos após a aprovação da reforma, chamada por muitos delegados sindicais como "desmonte dos direitos trabalhistas", as entidades, tanto as que representam trabalhadores quanto as patronais, testemunham no âmbito da pandemia do coronavírus o início do movimento de resgate da valorização da atuação de sindicatos. O motivo é o aumento da demanda pela intervenção sindical para formalização e negociação de acordos emergenciais durante a crise sanitária.

Os trabalhadores são os mais expostos aos riscos econômicos e sociais que virão (após controle da pandemia). Também estão mais expostos ao contágio, uma vez que são eles que utilizam transporte público, além de executarem as atividades laborais em locais com grande concentração populacional. Por isso, desde o início da pandemia, sindicatos de diferentes categorias em todo o Brasil têm buscado garantir os direitos dos trabalhadores. Foram inúmeros acordos firmados nos últimos quatro meses, em todos os setores, visando preservar a saúde dos trabalhadores e garantir o emprego — pontua o supervisor técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE). 

 O sindicato sempre teve importância, só não foi reconhecida em alguns momentos. Mas durante essa crise o trabalhador olhou para o lado para ver quem ficou para defender ele e percebeu que só restou o sindicato. É um momento difícil ainda, mas é o momento de as entidades prestarem assistência e atualizar as suas reivindicações 

Mas é preciso que o trabalhador perceba que é preciso se unir, porque o próprio sindicato surgiu da necessidade de o trabalhador se defender coletivamente.

Neste momento de dificuldade das categorias faz-se necessário a união coletiva para que juntos consigamos garantir direitos e assim não ser mais prejudicados do que já fomos ..

Juntos somos fortes !! Trabalhador filie- se agora.. 

 

SINTRAICCCM
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