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Mais emprego e menos direitos?



O diretor técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Clemente Ganz Lúcio, concorda que, do ponto de vista da ocupação, a reforma trabalhista não produz impacto. “A taxa de desemprego não vai cair por causa das regras criadas, vai cair quando a economia voltar a crescer”, prevê.

Porém, Clemente se mostra pessimista quanto à política econômica do novo governo. “Estamos longe de observar um crescimento capaz de mudar a performance da dinâmica e com impacto sobre o emprego”.

Para o diretor do Dieese, o que muda é a relação de trabalho. Ele diz que as novas regras retiram a proteção existente pela convenção coletiva, por possibilitar acordos diretos entre empregado e empregador, sem intermediação do sindicato. “Os vínculos mais estáveis vão sendo eliminados, dando lugar a contratos intermitentes e jornadas parciais”.

Durante a campanha eleitoral, o presidente Jair Bolsonaro chegou a declarar, em entrevista ao Jornal Nacional, que "o trabalhador terá que escolher entre mais direitos e menos emprego, ou menos direitos e mais emprego".

O professor de Economia do Insper, Fernando Ribeiro, explica que a reforma torna mais fluido o processo de demissão e contratação de trabalhadores. “Mal ou bem, a reforma tornou mais barato o emprego".

Para ele, no momento em que a economia voltar a crescer, a reforma trabalhista vai contribuir para a redução mais acelerada do desemprego. "Ela deixa o nível de emprego mais articulado com o próprio ciclo econômico”. Porém, Ribeiro alerta que “os empregos serão com baixos salários e relativamente precários”.

 

 

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