Somos Filiados
A Casa é do Trabalhador, e a questão é Nossa
Voltado ao risco iminente de acidente e doenças ocupacionais
Chapada dos Guimarães e Stº A. Leverger
Barão de Melgaço, Tangará da Serra, Rosário Oeste,
Cuiabá, Várzea Grande, Livramento, Poconé, Barra do Bugres,
Conheça as Cidades que atendemos:
Filie-se e venha conhecer todos os nossos benefícios para você
Visitante: 5000
A+
A-

Reforma trabalhista tem impacto nefasto sobre a economia



Os defensores das reformas trabalhistas costumam argumentar que é importante flexibilizar as relações de trabalho para que o empresário tenha maior capacidade de ajustar sua estrutura de custos às oscilações da demanda.

Por Marcelo P.F.Manzano*

   Sugerem que assim as empresas serão encorajadas a investir, tornando-se mais competitivas e, ao final, ampliando o volume de emprego. É um raciocínio da profundidade de um pires, pois descuidam do problema principal (o comportamento instável da demanda) para apegarem-se ao secundário (as condições de oferta), o qual obviamente é dependente do primeiro.

Esquecem que ao se generalizarem as relações de trabalho flexíveis e precárias (emprego sem jornada definida, contratos temporários, contratos como pessoa jurídica, terceirização de atividades-fim, entre outros) serão transferidos para a massa de trabalhadores os riscos e incertezas que costumam ser a dor e a delícia dos donos do capital. 

Um dos problema dessa operação política é que, enquanto os capitalistas têm lastro (bufunfa, pataca, capim, etc.) para enfrentar os momentos de frustração das receitas, os trabalhadores e suas famílias não têm onde se escorar e, portanto, se estiverem constantemente ameaçados pela falta de grana e sujeitos a um horizonte carregado de incertezas, tenderão a diminuir fortemente seu padrão de gastos e – principalmente – evitar obrigações financeiras de prazo mais largo (alugueis, prestações, contrato de serviços, etc.).

Ou seja, analisando pela ótica da demanda, as inovações liberalizantes da reforma trabalhistas serão contraproducentes e deverão a um só tempo diminuir a intensidade do consumo da massa trabalhadora e tornar os ciclos econômicos ainda mais instáveis e voláteis. Consequentemente, em tais circunstâncias, acaba-se desencorajando os investimentos capitalistas, o que derruba o uso geral da força de trabalho e mantém a atividade econômica no rés-do-chão. 

Fonte: Fundação Perseu Abramo
SINTRAICCCM
SINDICATO DOS TRABALHADORES NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL DE CUIABÁ E MUNICÍPIO
Av. Isaac Póvoas, Nº. 1191, Caixa Postal. 323 - Centro - Cuiabá - MT
(65) 3322-1202 / (65) 3623-2141
Desenvolvido pela Angel Sistemas